Olá Pessoal!
Hoje estamos aqui para nostrar mais uma árvore, na série "Primavera Encantadora...".
Mesmo essa árvore não sendo uma planta que floresce nesta estação, e prefere climas mais quentes, após um Inverno seco e ameno, ela oferece também uma linda florada no começo da Primavera.
Essa é uma árvore que com certeza você já viu, se não pessoalmente, pelo menos aqui pelo nosso Blog, pois é ela que ocupa a posição de "background", fundo de tela, da página. Essa árvore é o Ipê Rosa.
Ipê Rosa
Nome Científico:Tabebuia impetiginosa Stand.
Sin.: Tecoma impetiginosa Mart., Tabebuia plameri R.,entre outras.
Nomes Populares :
Ipê rosa, ipê-bola, ipê-preto
Família :
Angiospermae – Família Bignoniaceae
Origem:
Nativa brasileira
Árvore decídua, de porte até 12,0 m, tronco largo até 90 cm de diâmetro e folhas compostas de 5 folíolos coriáceos e pubescentes.
As flores são campanuladas e reunidas em racemo tipo bola.
Floresce a partir de maio em algumas regiões e as flores surgem com a árvore despida de folhas.
As flores são campanuladas e reunidas em racemo tipo bola.
Floresce a partir de maio em algumas regiões e as flores surgem com a árvore despida de folhas.
Modo de cultivo:
Necessita de sol e adapta-se a qualquer tipo de solo.
Adquirir muda bem formada em viveiro, que venha com tutor para melhor desenvolvimento.
Plantar a muda em cova com o dobro do tamanho do torrão, adicionando fertilizante orgânico ou composto vegetal adicionando cerca de 200 gramas de adubo granulado NPK, formulação 10-10-10.
As regas no plantio e depois em até 10 dias posteriores poderão garantir sua sobrevivência.
Adapta-se a cultivo em todas as regiões do país, inclusive litorâneas e ocorre desde os Estados do Piauí até São Paulo.
Para paisagismo urbano é indicada para áreas de parques e canteiros centrais de avenidas.
Jardins residenciais e condominiais que têm piscina deverão evitar seu cultivo, pois as folhas que caem poderão trazer problemas de manutenção.
Para paisagismo urbano é indicada para áreas de parques e canteiros centrais de avenidas.
Jardins residenciais e condominiais que têm piscina deverão evitar seu cultivo, pois as folhas que caem poderão trazer problemas de manutenção.
FONTE: Portal São Francisco


























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