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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

E os Supermercados Paulistas deixam de disponibilizar sacolinhas plásticas!


A partir desta quarta-feira (25), os supermercados paulistas, pelo menos os da capital, deixam de disponibilizar sacolas plásticas para embalagens de produtos. De acordo com o governo estadual, é uma forma de contribuir para a redução do impacto ambiental causado pelo despejo do material plástico no meio ambiente.
A prática já existe em outros países, principalmente no continente europeu. Em Pindamonhangaba e em todo o Estado, os estabelecimentos ainda aguardam instruções sobre o procedimento. Segundo Rita Malgueiro, da administração do Supermercado Super Vale, o uso de sacolas ecológicas já existe há seis meses no estabelecimento. “Usamos as embalagens biocompostáveis há vários meses, isto é, já somos ecologicamente corretos!”, comentou.
O procedimento é semelhante em outro estabelecimento. “Acreditamos que as embalagens plásticas ainda devam continuar por algum tempo. Mas nós aqui já utilizamos as sacolas oxibiodegradáveis!”, disse o gerente administrativo do Supermercado Excelsior, Fernando Oliveira. 
Polêmica 
A medida é vista com muitas restrições. Por um lado está o consumidor que não terá a contrapartida, porque o custo da sacola plástica, embutido no preço dos produtos, passa a ser de responsabilidade do comprador. De outro, os proprietários de supermercado alegam que não terão lucro nenhum com nova lei. E ainda tem os empresários que produzem as sacolas, representados pela ABIEF (Associação Brasileira dos Produtores de Embalagens Plásticas).
Em São Paulo, a ABIEF entrou com um mandado de segurança pleiteando a continuidade das sacolas de material plástico, mas  foi cassado por meio de uma liminar. Por enquanto, no interior, ainda não há nada definido.
Em todo Brasil, os supermercados distribuem mensalmente 1 bilhão de sacolas, o equivalente à 66 por brasileiro. No estado de São Paulo, o impacto ambiental causado pelo despejo do material equivale a 5,2 bilhões de sacolas. 
As sacolas a base de material oxibiodegradável agride menos o meio ambiente e pode se decompor completamente em apenas 18 meses, enquanto a convencional leva 300 anos para sua decomposição. 
No Paraná, o governo estadual distribui gratuitamente a sacola compostável, que não tem polietileno-polímero usado na fabricação de embalagens convencionais.

FONTE: Agora Vale

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